"Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho." - Mahatma Gandhi
-Londres,
23 de Dezembro de 2012-.
É só mais um dia normal. Havia acabado de sair da faculdade e acabara de voltar a
nevar. Não é tarde, são cinco horas da tarde, mas como é inverno está bem
escuro.
Estou
indo até a floricultura comprar um ramo de flores para levar para minha mãe.
Hoje faz exatos 10 anos que ela morreu. Todo ano nessa data eu e meu pai vamos
até o cemitério levar algumas flores. Nós combinamos de nos encontrar lá.
Normalmente,
as ruas essa hora estão cheias, mas hoje elas estão bem vazias até. Estava
andando quando vi um bando de garotos batendo numa senhora, que aparentemente
morava na rua.
Você:
Ei! Vocês não tem vergonha não? –me meti entre eles para eles pararem com o que
estavam fazendo.
Garoto1:
Haha vai defender a velha é?
Não
respondi nada, apenas ajudei a senhora a se levantar. Eles logo foram embora.
Ajudei
ela a se sentar num banquinho que havia ali perto e juntei um livro do chão que
provavelmente seria dela. O livro era Alice
no País das maravilhas era um daqueles primeiros exemplares, muito raro, só
tinha visto um daqueles uma vez na biblioteca da escola onde estudava na 5º
série, mas naquela época não tinha gosto pela leitura como hoje.
Você:
Ótimo livro! E muito raro também. –me sentei e dei o livro pra senhora.
Senhora:
A senhorita gosta de ler?
Você:
Gosto sim. –sorri. – A senhora está bem?
Ela
fez que sim com a cabeça e ficamos em silêncio por alguns segundos.
Senhora:
Bonitas flores!
Você:
São pra minha mãe. –sorri e tirei uma do buquê. – Tome, é pra senhora.
Senhora:
Você é muito gentil. –sorriu. – Escute, tome cuidado. –Eu não falei nada. –
Coisas com você estão prestes acontecer, tome muito cuidado. –Fique olhando pra
ela com uma cara de boba. – Pegue o livro.
Você:
Eu não posso, é seu...
Senhora:
É um presente por você ter sido tão atenciosa comigo.
Você:
Obrigada...
Eu
peguei o livro e estava me levantando pra ir embora.
Você:
Porque aqueles garotos estavam batendo na senhora?
Senhora:
Eu falei que eles iriam morrer logo.
Apenas
assenti com a cabeça e me despedi. Fui me afastando.
Senhora:
E não se esqueça de que esse livro pode te dar as respostas que você procura.
As
respostas que eu procuro? Mas eu não procuro respostas nenhuma. Só as que vão
cair na ultima prova do ano na faculdade.
Coloquei
meu livro na bolsa e fui até o cemitério, onde meu pai já deveria estar.
Esperei por meia hora e nada. Resolvi entrar então sozinha mesmo.
Eu
não tinha medo de cemitério, mas hoje estava mais assustador do que o normal. E
eu não estava sozinha, antes de eu entrar duas pessoas entram na minha frente.
Depois de um tempo caminhando cheguei até o tumulo de minha mãe. Larguei as
flores e rezei.
Terminei
de rezar e estava saindo, quando vi um vulto, foi muito rápido, mas eu vi. Tá
legal. Agora eu estava realmente ficando com medo. Sai dali o mais rápido que
pude.
Depois
do susto eu tentei ligar pro meu pai pra saber o porquê dele não ter aparecido.
Liguei várias vezes e ninguém atendia. Estranho.
Estava
andando por uma rua aparente mente vazia, quando do nada apareceu um carro
preto que freio em cima de mim.
xx:
ENTRE NO CARRO, AGORA.
Era
um cara, que aparentava ter a minha idade. Eu me assustei e corri. Só que ele
era mais rápido do que eu e mais forte e me jogou dentro do carro. Ele deu a
partida e em menos de 5 segundos estava em quase 180 por hora.
Você:
Quem é você? Porque está me sequestrando?
xx:
Meu nome é Justin e isso não é um sequestro. –ele riu. – Até porque eu não
costumo sequestrar.
Você:
O que você quer comigo então?
Justin:
Seu pai me contratou para protegê-la.
Você:
Me proteger? Haha, legal, cadê meu pai?
Justin:
Está... Morto.
Você:
Está o que?
Começaram
a atirar contra o carro onde eu estava e Justin acelerou mais.
Você:
Quem são eles?
Justin:
Eu respondo o que você quiser, depois. Agora não sei se você percebeu estão
tentando nos matar.
Eu
fiquei quieta. Não conseguia pensar com aquele garoto dirigindo nessa
velocidade.
Algum
tempo depois, ele conseguiu despistar os caras que estavam atirando em nós.
Entramos numa estrada de areia, onde não tinha ninguém.
Você:
O que você é?
Justin:
Hmm, difícil de explicar... Pessoas me pagam pra fazer, coisas que elas não têm
coragem de fazer.
Você:
Por exemplo?
Justin:
Matar!
Você:
Você vai me matar?
Justin:
Se eu fosse te matar você não estaria mais aqui.
Depois
disso eu não consegui pensar e nem falar mais nada. Depois de algum tempo
chegamos em uma casa –lê-se mansão-. Era um lugar enorme cheio de seguranças em
volta. Justin entrou e me levou pra dentro da casa.
Justin:
Chaz arruma um quarto pra ela?
Chaz:
Quem é ela?
Justin:
Aquela que eu te falei.
Chaz
não falou nada.
Você:
O que aconteceu com o meu pai?
Me
virei para Justin e ele estava se agarrando com duas vadia. Mas da onde elas
surgiram?
Justin:
Nós falamos sobre isso pela manhã!
Ele
subiu as escadas e me deixou falando sozinha.
Chaz:
Por aqui SeuNome.
Você:
Como você sabe meu nome?
Chaz:
Todos nós por aqui sabemos seu nome. –sorri. – Você vai dormi aqui hoje.
Ele
me indicou um quartinho pequeno e eu entrei.
Chaz:
Ali tem um banheiro e dentro das gavetas tem algumas camisetas que vão te
servir. Boa noite.
Você: Meu pai morreu?
Chaz:
Acho que sim. Lamento.
Ele
saiu e me deixou sozinha. Só podia ser brincadeira. Isso é um sonho, eu vou
acordar daqui apouco e vou ver meu pai na mesa tomando seu café de sempre. Eu
vou acordar... Eu tenho que acordar...
'leitora nova'
ResponderExcluircontinua logooo ta mt linduu to amando!!
By: Ro
Vish pai do céu. Do gostando muito disso u-u Adoro ib de suspense. Continua o mais rápido possível!
ResponderExcluirTa perfeito demais amor, continua :)
ResponderExcluirFicou ótimo esse primeiro capitulo..#LOVED
ResponderExcluirContinuaa ..